Dia 18 de Outubro de 2010
Segunda-feira/Sobre Fim de Semana.
Segunda-feira/Sobre Fim de Semana.
Trabalhei no fim de semana. Foi um pouco irritante. Bom pra falar a verdade foi bastante irritante para mim. Já esperava há meses por este casamento como sabia que seria um evento grande. Meu estresse já começou no sábado de manha quando eu acordei e já ouvi a voz de minha mãe da cozinha falando milhares de coisas sobre mim. Como ela tem costume de fazer. Creio que ela não deva ter nenhum problema já que se importa tanto com os meus. O incrível é que ela mal me vê. Fico de segunda a sexta no trabalho quase que o dia todo, chego em casa e durmo e nos fins de semana não paro em casa. Incrível como nos únicos minutos que estou em casa ela ainda tenta me atormentar. Gostaria que nesses intervalos ela viesse ate mim pra matar a saudade ou coisas similares. Porem as coisas não são como queremos, ou como eu quero. Que seja. A segunda coisa que veio me derrubar foi o tempo. Já estava acordando atrasado para a aula de inglês e ainda tinha que me arrumar pro casamento. Minha irmã ainda entra no banheiro pra dar banho no filho dela antes que eu possa manifestar qualquer coisa. Sair de manha pra aula de inglês de terno? Não é legal. Sair atrasado de casa de terno com uma pasta da aula de inglês e alguns equipamentos? ...
Deixando essas coisas pra baixo do tapete sai de casa e resolvi pegar um ônibus. Tive que pegar um monte de moedas no meu quarto e contei-as no mínimo uma cinco vezes para ter certeza que eu tinha a passagem. Não queria de forma alguma ter que descer a pé. Já era irritante demais pra eu estar de terno. Descer o morro com ele seria demais pra mim. Pois então. Quem diria que eu gostaria de conferir mais uma vez no ponto de ônibus a passagem e descobrir que faltavam 10 centavos. Cara 10 centavos para completar a passagem. Com tantas moedas que eu deixara em casa... Não quis ao menos voltar em casa, o que era mais lucrativo, desci a pé e liguei o foda-se. Era então uma bola de neve ás 08h57minh da manha. Sim eu tinha apenas 3 minutos para chegar ate o skill no dia que haveria um teste, prova. Que seja, era importante. Sendo assim eu estava nos meus limites. Era um absurdo tanta coisa errada em menos de 2 horas depois de eu acordar. É demais para mim. Mas depois de uma cara franzidinha eu superei. Cheguei à aula de inglês super suado e passei uma vergonha do caralho porque as meninas começaram a perguntar por que eu usava social. Eu praticamente tirei toda a atenção que o Leandro (professor) havia estabelecido na sala de aula. Já não estava nem respondendo as meninas quando o Leandro chamou a atenção da turma, porém elas teimavam em me perguntar as coisas. Isso me deixou completamente nervoso, não sabia o que fazer. Não sabia onde enfiar minha cara e logo mais descobri também que não havia feito as atividades de casa. Pronto foi esse o momento do ápice. Quando eu perdi total controle da situação e não consegui fazer mais nada. Sabia as respostas das questões da atividade de casa que estava sendo corrigida, mas não conseguia falar quando era minha vez. Comecei a sentir que estava sendo um peso na sala de aula. Quis ir embora e quase fui. Quase perdi a prova. Mas ainda assim fiquei e fiz a prova e em fim uma luz. Quase fechei a prova e acertei o “Listen” completo. O “listen” era a questão mais difícil. Posso me gabar um pouco? Nem eu esperava acertar.
Horas depois dessas coisas todas fui pra casa do meu chefe de onde Genilson, Saulo e eu partimos para Ouro Preto. Foi a primeira vez que eu entrei no Centro de Convenções. Ele é realmente muito grande. Sendo que eu não o conheci totalmente. Fiquei um pouco aliviado quando vi a televisão bem perto da mesa onde seria feita a cerimônia, sendo assim, bem perto de onde eu ficaria. Logo montei o tripé, coloquei a câmera, conectei os cabos com a TV. Só faltava uma coisa o cabo de energia para ligar a câmera. Pois então. Ronan que arrumara minha bolsa de equipamentos em Mariana colocou o cabo errado. Subiu-me uma raiva sem tamanho. Tanta que não vou falar o tanto de coisas erradas que ele fez naquele casamento. Conversamos com Caetano e ele resolveu nosso problema. Na verdade ele havia trocado o cabo com outra câmera o próprio Caetano. Fiquei totalmente calmo. Por enquanto, pois mais tarde ocorreram varias coisas pra me deixar puto da vida tipo Ronan aproveitar que eu estava trabalhando e me colocar pra fazer tudo que normalmente ele faz. Pode ate ser hipocrisia de minha parte. Mas para mim ele só faz isso porque se ele tiver que mexer num cabo, ou numa luz ele passa a idéia de um empregado de Caetano como quaisquer um da equipe. Porem se ele ficar como ficou aquela noite, de pé no meio dos convidados com a câmera no pescoço mandando em terceiros, passará a idéia de um profissional que merece respeito. E respeito meu caro, é o koo. Sim eu sou um filho da puta nojentinho. Mas eu estava, e ainda estou puto de raiva com este tipo de comportamento.
Com o fim do casamento e da minha paciência que eu não sei onde larguei voltamos para Mariana ás vinte e três horas e alguma coisa aproximadamente, releva. Foi muito relaxante, o céu estava bonito apesar de ter chovido quase que a noite toda. A lua estava maravilhosa. Não chovia mais e nem parecia que havia chovido. Apoiei minha cabeça perto da janela e fiquei tomando vento no rosto ate chegar à mariana. Passamos pelo posto Raul e descemos a chácara. Vi o sagarana e resolvi descer do carro. Acabara de ver Wendell e Jussara. Que acompanhei ate a porta e desisti de entrar. Fui ate o jardim e vi a Ana. Deixei umas coisas na casa dela e voltei pro sagarana onde estava rolando um cover de Led Zeplin (Se errei perdão) o show foi realmente bom. As meninas da Terra de Godah estavam lá. Dois primos meus, Matheus que trabalha na gráfica ao lado do Studio, Ângelo e Cia. Ilimitada. Estavam todos lá. Conhecia muita gente que estava lá. Eu ainda de terno, contudo sem gravata e muito mais a vontade digamos assim, tentava me acalmar com certas coisas que me deixavam estressado. Certas coisas com as letras W E N D E L L.
Puta merda porque eu fui prometer não guardar meus segredos nesse blog?
Bom posso dizer que tudo com esse cara deu errado eu fiquei puto de raiva ate a manha seguinte. Eu havia dormido na casa dele e algumas coisas fugiram de meus planos. Deixe pra lá, pois ate eu já deixei. Só estou contanto pelo que disse no parágrafo acima. Pense bem, se isto aqui é um diário pessoal que eu resolvi compartilhar. Pra que cargas d’água eu vou omitir coisas? Na manha seguinte a noite na casa do magrelo dos cachinhos eu conversei com a Ana e descobri que se ela tivesse conversado comigo algumas coisas que ela sabe que eu gostaria de saber minha noite trash não teria rolado. Mas tudo bem. Tudo bem. O domingo a noite também foi uma merda pra variar porque Ana e eu havíamos combinado de ir ao teatro ver uma peça de comedia que estava passando pela cidade. Ela estava com minha entrada. A gente marcou ás 20h00min na entrada do SESI. Ás 20h00min estava eu lá esperando ela, ás 20:10, 20:20, 20:30, 20:40 ... 20:55 estava eu no ponto de ônibus reclamando comigo mesmo porque eu perdi a peça que eu queria tanto ver e ás 21:00 eu estava escutando ela me xingando porque ela dormiu demais e perdeu a peça. Alegando que eu deveria ter subido na janela do quarto dela e ter gritado ela pra ela acordar. Eu ainda tenho que ouvir essas coisas?! Tudo bem fazer isso. Se ela não morasse na praça mais movimentada da cidade. E se não fosse na hora e no dia que a praça fica mais movimentada. Por fim ouvi musica no terraço da minha casa, no terceiro andar. Onde eu fiquei com ânsia de me jogar e morrer. Foi estranho porque eu sentia uma vontade serelepe de pular do terceiro andar mesmo. Como se aquilo fosse a coisa mais gostosa do mundo. Estava me sentido um viciado em suicídio porque eu precisava daquilo naquela hora. Fumei vários cigarros, escrevi um texto e durmi.
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