Dia 15 de Outubro de 2010
Sexta-feira.
Sexta-feira.
Esses dias eu vi o Wendell no meu horário de almoço. No primeiro dia que o vi ainda tratei-o com indiferença. Ainda sentia um pouco de raiva pelo que eu imaginava quase com certeza que havia acontecido na terça-feira. Apesar de tudo acabei conversando com ele tranquilamente ainda que um pouco frio. Acho que o afastei um pouco por isso. Agora eu estou um pouco culpado. Já não sei o que está certo. Sinto falta dele. Ele é realmente muito interessante, bonito e fofo. Só de lembrar-me dele dançando, ou prendendo o cabelo e fazendo parecer uma peruca do século XVIII. Quando ele falava algo engraçado e ria da própria piada. Isso me faz sorrir. E não rir, porque rir não é o mesmo que sorrir. Meu rosto é realmente tomado por um emaranhado e dentes, meus olhos ficam serrados e não emito som algum. Ele me faz sorrir.
Depois de pensar um pouco nos últimos dias não cheguei à conclusão nenhuma. E também não pensei pouco. Pensei muito, logo não conclui nada. Resultado; dor de cabeça, mais estresse, e essas coisas. O mais incrível é que em breves momentos eu me sinto ótimo. Hoje pela manha ao descer o morro pro trabalho brinquei de equilibrar o corpo no meio fio. Adoro fazer isso desde criança. É muito relaxante. Depois eu fumei um cigarro e deixei a criança de lado. São coisas boas pela manha. Somente não gostei do mal estar que passei. Ainda mais eu que nunca me sinto fisicamente mal. Ultimamente estou me sentindo. Hoje eu tossi no trabalho e minha garganta quase pulou fora do meu corpo em chamas. Estou começando a pensar nos rótulos de trás do maço de cigarros.
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